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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Alerta do Google Acadêmico (7)

BARCELLOS, Thaís Bartolomeu. Machado de Assis e o jornal do século XIX. Anais do VI Seminário dos Alunos dos Programas de Pós-Graduação do Instituto de Letras da UFF, Rio de Janeiro, n. 1, 2015, p. 556-562.

RESUMO: Este artigo tem como objetivo mostrar a relação de Machado de Assis com o jornal no século XIX. Com base em trechos da crônica “O jornal e o livro” escrita por Machado em 1859, quando o escritor tinha apenas 19 anos de idade, pretendo mostrar como a maneira que Machado de Assis, desde sua juventude, entendia a publicação em jornal influenciou a sua escrita neste veículo ao longo de sua vida. Machado de Assis escreveu em diversos jornais ao longo de sua trajetória como escritor, publicando críticas literárias e teatrais, romances em folhetim e principalmente crônicas, que são meu objeto de estudo em minha dissertação de mestrado. Ao longo de minha pesquisa pude notar que o Machado de Assis do jornal, diferente do que ainda afirmam alguns estudiosos, não estava afastado dos grandes temas sociais do século XIX. Pretendo por meio deste artigo mostrar também como visão crítica de Machado, especialmente em relação às questões de seu tempo, se fazia presente em suas crônicas através de uma escrita em palimpsesto, tomando como base o texto de Luiz Costa Lima, “O palimpsesto de Itaguaí”.

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Alerta do Google Acadêmico (6)

VALLE, Franco Della. Vida e morte do bandeirante: história e afeto do passado de São Paulo. Intelléctus, Ano XIV, n. 2, 2015, p. 111-128.

RESUMO: Vida e morte do bandeirante, livro publicado por Alcântara Machado em 1929 é, normalmente, caracterizado como inovador, pois, com base em documentos, analisou o cotidiano de pessoas simples, comuns, deixando de lado a narrativa épica e heroica das bandeiras paulistas. É associado, também, à cristalização e à utilização política da simbologia bandeirante paulista, que associa a população de São Paulo às qualidades de arrojo, tenacidade e trabalho, a fim de diferenciá-la do restante do país. Fugindo à dicotomia “detratores versus apologistas” dessa simbologia, o presente artigo procura ressaltar outro lado da obra de Alcântara Machado, na qual a forma da narrativa permite que os leitores identifiquem-se com o livro e com o passado da cidade de São Paulo. 

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Alerta do Google Acadêmico (5)

A ESCRITA DE SI E DA AMIZADE: PERCURSOS AFETIVOS NA SOCIABILIDADE INTELECTUAL ENTRE A. TITO FILHO E LUIS MENDES RIBEIRO GONÇALVES (1970-1980)

Ana Cristina Meneses de Sousa Brandim (Universidade Estadual do Piauí – UESPI / aninhahistoriadora9@gmail.com)

RESUMO: O presente artigo aborda sobre a importância da carta como fonte de análise para o historiador e como registro da escrita de si. Através das cartas-retorno escritas pelo intelectual Luís Mendes Ribeiro Gonçalves ao seu amigo A. Tito Filho, traço um percurso afetivo e de sociabilidade intelectual entre ambos. Enfatizo que o diálogo epistolar entre os dois intelectuais fazem emergir um cenário literário e cultural de Teresina entre os anos de 1970-1980. Concluo que as cartas servem para significar um fluxo e circulação de ideias em uma rede marcada pela afetividade e pela intelectualidade, bem como, constroem espaços de construções da imagem, já que existe um teatro confidencial, onde os missivistas utilizam-se da palavra para marcar seus lugares, dizer suas preferências, mostrar suas inquietações, sonhos e desejos.

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Alertas do Google Acadêmico (4)

OLIVEIRA, Thainá Aparecida Remos de; SILVA, Agnaldo Rodrigues da. Comentários da Semana: uma análise das crônicas jornalísticas de Machado de Assis. Revista de Estudos Acadêmicos de Letras (UNEMAT), vol. 8, nº 2, dezembro, 2015, p. 145-154.

RESUMO: Este breve estudo procura percorrer os encalços da escrita machadiana, mais precisamente a jornalística, e extrair dela os aspectos que moldaram a estética do autor. Para tanto, utilizaremos a seção Comentários da Semana como forma de captar elementos norteadores e conteúdos recorrentes em seu estilo literário e jornalístico.  

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Alertas do Google Acadêmico (3)

MENDES, Leonardo; VIEIRA, Renata Ferreira. O “caso Abel Parente”, os homens de letras  ea disseminação do saber científico nos primórdios da República. Revista Maracanan, Rio de Janeiro, n. 13, dezembro, 2015, p. 127-145.  


RESUMO: Este estudo revisita e expande a história de uma polêmica científica que agitou a sociedade brasileira nas décadas de 1890 e 1900: o “caso Abel Parente”. A polêmica resultou em investigações policiais e dois processos contra o médico italiano Abel Parente (1851-1923) que, a partir de 1893, anunciou seu método de contracepção nos jornais do Rio de Janeiro. O apoio dos homens de letras foi crucial para a vitória do médico nos dois processos. Compreendido pelos setores conservadores da classe médica e da sociedade como uma forma de aborto, o tratamento desenvolvido por Abel Parente gerou intenso debate acerca da contracepção e da interrupção da gravidez nos primórdios da República, constituindo-se um capítulo da história da ciência no Brasil. 

Palavras-chave: História da ciência; Aborto; 

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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Alertas do Google Acadêmico (2)

RAMOS, Francisco Régis Lopes. José de Alencar e a operação historiográfica: fronteiras e disputas entre história e literatura. História da Historiografia, Ouro Preto, n. 18, agosto, 2015, p. 160-177.

RESUMO

Com base nas interrogações de Michel de Certeau sobre a “operação historiográfica”, este artigo examina os modos pelos quais José de Alencar procurou dar legitimidade ao seu modo de fazer do passado um objeto de conhecimento. Compreende-se, desse modo, que os romancistas assumiram, também, a tarefa de compreender o passado. E, além disso, ou subjacente a isso, passaram a rivalizar com a suposta circunscrição que os historiadores foram estabelecendo. Pretende-se abordar como a escrita de José de Alencar faz parte dessas tensões que ganharam mais força a partir do século XIX, transformando a história no “outro” da literatura, e a literatura no “outro” da história. Serão analisados certos confrontos entre história e literatura, levando-se em consideração que as lutas pelas fronteiras entre ambas fazem parte da própria legitimidade que a escrita da história vai constituindo para si mesma. Serão feitas algumas comparações entre a escrita de José de Alencar e a de outros romancistas, no sentido de mapear disputas e na perspectiva de perceber como a literatura foi se afirmando como o “outro” da “escrita da história”.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Alertas do Google Acadêmico (1)

GOMES JÚNIOR, Guilherme Simões. Mal de Nabuco: paisagem, crônica e crítica. Tempo Social, revista de sociologia da USP, v. 27, n. 2, 2015.

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RESUMO

Nos paradoxos do nacional e do estrangeiro que marcaram o modernismo, o mal de Nabuco foi uma espécie de emblema com alto teor de significação cultural. Quase sempre é tratado sob a ótica da importação em matéria artística ou literária, mas pouco se fala do problema da paisagem e do fundo histórico, que estão no centro do que Nabuco exprimiu na famosa passagem de sua obra. Este é o primeiro prisma do artigo, que gira em torno do valor de ancianidade na experiência da paisagem, que se desdobra em reflexão sobre o papel da crônica de viagem na transfiguração real e imaginária do Brasil, na primeira metade do século xx. Por fim, o artigo trata da crítica e, sobretudo, da maneira como a geração lidou com a atração do mundo e o desejo da originalidade cultural brasileira.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

INFORME (30/11/2015)

Por conta de problemas no meu perfil no FACEBOOK, a página ACERVO A TITO que existia nesta rede social não está ativa.

Agora caso queiram entrar em contato comigo ou acompanhar o trabalho de divulgação das textos de A. Tito Filho, deverão fazê-lo pelos comentários nos blogs do A. Tito Filho ou pelo meus e-mails:

jordanbruno2003@gmail.com ou jordanbruno2003@hotmail.com

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Além disso, espero voltar a publicar os textos dos Caderno de Anotações com mais frequência, bem como informá-los acerca de outras atividades que tento realizar em nome do Acervo A. Tito Filho.

 Att,

Jordan Bruno